Semiologia do Cafeeiro - Sintomas de Desordens Nutricionais, Fitossanitárias e Fisiológicas

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             SEMIOLOGIA é a parte da medicina relacionada ao estudo dos sinais e sintomas das doenças humanas e animais. Estuda a maneira de revelar (anamnese, exame clínico, exames complementares) e de apresentar (observações, tabelas, síndromes etc.) esses sintomas, com o propósito de se estabelecer um diagnóstico.

1. Sintomas de desordens nutricionais em cafeeiro
1.1. Introdução – 31
1.2. O sistema solo-planta – 31
1.3. Essencialidade – 32
1.4. Macronutrientes e suas funções – 33
1.4.1. Nitrogênio – 33
1.4.2. Fósforo – 34
1.4.3. Potássio – 36
1.4.4. Cálcio – 37
1.4.5. Magnésio – 39
1.4.6. Enxofre – 40
1.5. Micronutrientes e suas funções – 41
1.5.1. Boro – 41
1.5.2. Cobre – 44
1.5.3. Ferro – 46
1.5.4. Manganês – 47
1.5.5. Molibdênio – 48
1.5.6. Zinco – 48
1.6. Silício – 51
1.7. Teores de nutrientes em cafeeiros, em formação e em produção – 52
1.8. Diagnose visual – 54
1.9. Diagnose foliar – 57
1.10. Análises de outros órgãos – 59
1.11. Bibliografia – 59

2. Sintomas de injúrias causadas por doenças em cafeeiro
2.1. Introdução – 69
2.2. Tombamento ou rizoctoniose (Rhizoctonia solani) – 70
2.2.1. Sintomas no viveiro – 70
2.2.2. Sintomas no campo – 72
2.2.3. Medidas gerais de controle – 72
2.3. Cercosporiose, mancha de olho pardo ou mancha olho de pomba (Cercospora coffeicola Berk et Cook) – 73
2.3.1. Sintomas – 73
2.3.2. Danos provocados pela cercosporiose – 75
2.3.3. Fatores favoráveis a doença – 75
2.3.4. Medidas gerais de controle – 79
2.3.5. Controle químico – 80
2.4. Ferrugem do cafeeiro (Hemileia vastatrix Berk. et Br.) – 81
2.4.1. Danos provocados pela ferrugem – 81
2.4.2. Fatores favoráveis à doença – 81
2.4.3. Sintomas – 85
2.4.4. Manejo da doença – 85
2.4.4.1. Monitoramento – 86
2.4.4.2. Medidas gerais de controle – 87
2.4.4.3. Controle genético – 87
2.4.4.4. Controle químico – 87
2.5. Mancha-aureolada (Pseudomonas syringae pv. garcae) – 89
2.5.1. Sintomas – 89
2.5.2. Medidas gerais de controle – 89
2.6. Crestamento bacteriano (Pseudomonas cichorii) – 90
2.6.1. Sintomas – 90
2.6.2. Epidemiologia – 90
2.6.3. Medidas gerais de controle – 91
2.7. Mancha-de-phoma (Phoma spp.) – 91
2.7.1. Fatores favoráveis à doença – 91
2.7.2. Danos provocados pela mancha-de-phoma – 92
2.7.3. Sintomas – 92
2.7.4. Medidas gerais de controle – 94
2.8. Antracnose e mancha manteigosa (Colletotrichum gloeosporioides) – 94
2.8.1. Fatores favoráveis à doença – 94
2.8.2. Sintomas – 95
2.8.3. Medidas gerais de controle – 97
2.9. Roseliniose ou mal dos quatro anos (Rosellinia sp) – 97
2.9.1. Sintomas – 97
2.9.2. Medidas gerais de controle – 98
2.10. Requeima das folhas, atrofia dos ramos ou amarelinho do cafeeiro (Xylella fastidiosa) – 98
2.10.1. Sintomas – 98
2.10.2. Medidas gerais de controle – 99
2.11. Considerações – 99
2.12. Bibliografia – 101

3. Sintomas de injúrias causadas pelo ataque de pragas em cafeeiro
3.1. Introdução – 109
3.2. Pragas do cafeeiro – 109
3.2.1. Bicho-mineiro-do-cafeeiro – 109
3.2.2. Broca-do-cafeeiro – 113
3.2.3. Cigarras – 114
3.2.4. Ácaros em cafeeiros – 116
3.2.4.1. Ácaro-vermelho – 116
3.2.4.2. Ácaro da Mancha-anular – 118
3.2.5. Cochonilhas – 120
3.2.5.1. Cochonilhas-farinhentas das raízes do cafeeiro – 120
3.2.5.1.1. Dysmicoccus texensis Tinsley, 1900 (Hemiptera: Pseudococcidae) – 120
3.2.5.1.2. Dysmicoccus brevipes (Cockerell, 1893) (Hemiptera: Pseudococcidae) – 122
3.2.5.1.3. Dysmicoccus sp. – 124
3.2.5.2. Cochonilhas-farinhentas da parte aérea do cafeeiro – 124
3.2.5.2.1. Planococcus citri (Risso, 1813) (Hemiptera: Pseudococcidae) – 125
3.2.5.2.2. Planococcus minor (Maskell, 1897) (Hemiptera: Pseudococcidae) – 127
3.2.5.2.3. Pseudococcus longispinus (Targioni Tozzetti, 1867) (Hemiptera: Pseudococcidae – 128
3.2.6. Mosca-da-raíz do cafeeiro – 129
3.3. Pragas eventuais do cafeeiro – 132
3.3.1. Lagartinha-das-rosetas – 132
3.3.2. Lagartas – 133
3.3.3. Mosca-branca – 135
3.3.4. Carneirinhos – 136
3.3.5. Lesmas – 137
3.3.6. Lagarta-rosca – 138
3.3.7. Mosca-das-frutas – 139
3.3.8. Pulgão – 140
3.3.9. Cupins subterrâneos – 140
3.3.10. Esperança – 140
3.4. Bibliografia – 141

4. Sintomas do parasitismo de fitonematóides em cafeeiro
4.1. Introdução – 145
4.2. Principais nematóides parasitas do cafeeiro – 145
4.2.1. Meloidogyne exigua, M. incognita, M. paranaensis e M. coffeicola – 146
4.2.2. Pratylenchus sp. – 148
4.3. Aspectos importantes do patossistema fitonematóide-cafeeiro – 149
4.4. Diagnóstico e identificação dos fitonematóides em cafeeiros – 150
4.4.1. Procedimentos de coleta de amostras no cafezal – 150
4.4.2. Sintomatologia e aspectos diagnósticos de nematóides em cafeeiros – 152
4.4.2.1. Sintomas gerais observados na parte aérea – 152
4.4.2.2. Sintomas específicos nas raízes – 154
4.4.3. Procedimentos para identificação de nematóides do cafeeiro – 157
4.5. Controle de fitonematóides – 160
4.5.1. Medidas de prevenção – 160
4.5.2. Medidas de manejo químico e cultural – 161
4.6. Considerações – 163
4.7. Bibliografia – 165

5. Sintomas de desordens fisiológicas em cafeeiro
5.1. Introdução – 171
5.2. Parte aérea do cafeeiro – 172
5.2.1. Morfologia da copa – 172
5.2.2. Lesões nas folhas – 173
5.2.2.1. Folhas: morfologia e funções – 173
5.2.2.2. Principais distúrbios fisiológicos das folhas e ramos – 175
5.2.2.2.1. Escaldadura de folhas por alta radiação e calor – 175
5.2.2.2.2. Queima de folhas e ramos por baixas temperaturas – 179
5.2.2.2.3. Intoxicação foliar por herbicidas e adubação foliar em alta concentração – 182
5.2.2.2.4. Lesão na folha por faísca elétrica – 184
5.2.2.2.5. Seca de ponteiros por fatores múltiplos – 184
5.2.2.2.6. Lesões em ramos por ratos – 187
5.2.3. Lesões no caule – 188
5.2.3.1. Caule: morfologia e funções – 188
5.2.3.2. Principais distúrbios fisiológicos do caule – 189
5.2.3.2.1. Lesão no caule pelo frio – 189
5.2.3.2.2. Lesão no caule pelo calor – 193
5.2.3.2.3. Lesão no caule pelo vento – 193
5.2.3.2.4. Lesão no caule pelo afogamento de mudas – 194
5.2.4. Lesões nas flores – 194
5.2.4.1. Flor: morfologia e funções – 194
5.2.4.2. Principais distúrbios fisiológicos das flores – 196
5.2.4.2.1. Abortamento e queda de flores por fatores múltiplos – 196
5.2.5. Lesões nos frutos – 198
5.2.5.1. Fruto: morfologia e funções – 198
5.2.5.2. Principais distúrbios fisiológicos dos frutos – 200
5.2.5.2.1. Queda e má formação de frutos por fatores múltiplos – 200
5.3. Sistema radicular – 202
5.3.1. Morfologia e funções – 202
5.3.2. Principais distúrbios fisiológicos do sistema radicular – 205
5.3.2.1. Ausência de raiz pivotante, “garfo” e “pião torto” pelo manejo na formação das mudas – 205
5.3.2.2. Sistema radicular pouco desenvolvido em função do manejo – 207
5.3.2.3. Desenvolvimento lateral do sistema radicular em função de manejo da irrigação – 209
5.3.2.4. Sistema radicular de cafeeiros podados – 210
5.4. Considerações – 212
5.5. Bibliografia – 213

Editores: Rubens José Guimarães, Antônio Nazareno Guimarães Mendes e Danielle Pereira Baliza
Ano: 2010
Número de Páginas: 215
Tamanho: 17 x 24 cm
Editora: Ufla
Acabamento: Brochura

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  • Editora: Ufla
  • Autor: Guimarães, Rubens José
  • ISBN: 9788587692917
  • Edição: 1
  • Data de Publicação: 2010-01-01 00:00:00
  • Número de páginas: 215